Varíola dos Macacos: transmissão, sintomas e as formas de prevenção! 

Olá pessoal! 

Trazemos para vocês informações reunidas pela nossa fonoaudióloga Regina Oliveira sobre a Varíola dos Macacos, que se encontra próximo aos cinco mil casos confirmados no Brasil.  

Apesar de parecer nova, a Varíola dos Macacos foi descoberta pela primeira vez em 1958. Causada pelo vírus “Monkeypox”, o primeiro caso confirmado em um humano ocorreu na República Democrática do Congo, nos anos 70. 

Atualmente, a OMS suspeita que animais roedores como ratos e esquilos sejam suscetíveis a este tipo de varíola, que pode infectar tanto seres humanos quanto animais. Confira mais detalhes abaixo. 

Como acontece a transmissão?  

Inicialmente, a transmissão na África ocorria por meio do contato das lesões ou secreções humanas com o animal infectado. Atualmente, a transmissão ocorre de forma diferente, principalmente pelo contato pessoal e direto com secreções respiratórias e lesões de pele de pessoas contaminadas ou objetos infectados. Gestantes também podem transmitir a doença para o bebê através da placenta.  


Quais são os sintomas?  

O período de incubação do vírus se dá por volta de 7 a 21 dias. Após esse período, o paciente apresenta febre alta, mialgia, fadiga, dor de cabeça, cansaço, dor nas costas e aumento dos glânglios linfáticos (uma caraterística da monkeypox que vai diferenciar de outras doenças, a exemplo da catapora). Uns dois ou três dias após o quadro febril, inicia o aparecimento das erupções (bolhas) na pele.  


Qualquer pessoa pode ser acometida com a doença ou há um “perfil de infectados”?  

Qualquer pessoa pode pegar a doença, basta apenas fazer o contato com pessoas infectadas pela enfermidade.  


Quais as medidas de prevenção contra a Varíola dos Macacos?  

Para prevenir a doença, é importante fazer o uso de máscara porque o contágio também se dá pelas gotículas das vias respiratórias. Também é necessário evitar lugares fechados, evitar contato físico por meio de relação sexual, beijos e abraços com pessoas que tenham lesões na pele, ou até tocar em feridas. Higienizar bem as mãos diariamente e ao ter contato direto com objetos.  

Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão.  

Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descartar os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada. 


Acho que estou com sintomas. O que fazer? 

Se você achar que tem sintomas compatíveis de Monkeypox, procure uma unidade de saúde para avaliação e informe se você teve contato próximo com alguém com suspeita ou confirmação da doença. Se possível, isole-se e evite contato próximo com outras pessoas. Higienize as mãos regularmente e siga as orientações para proteger outras pessoas da infecção. 

Lembrem-se de se prevenir e, em caso de suspeitas, procure um médico com urgência, ok? Cuidem-se! 


Atenciosamente, e-Auditoria. 

O Autor

e-Auditoria

Juntos, do primeiro passo ao sucesso do empreendedor tributário! Tecnologia, Educação e Suporte na mesma solução.

0 Comentários

Deixe o seu comentário!

Você também vai gostar!